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  • Foto do escritorPriscila Lemes Marques

Segurança do trabalho x Crise: como o mercado mantem os trabalhadores seguros, mesmo em crise econôm

Crise econômica não pode se tornar uma desculpa para não proteger os colaboradores presentes em suas obras.

Isso quem diz é uma pessoa que já vivenciou diversas situações dentro do mercado da construção e que sabe que a postura de alguns gestores não condiz com o que deve ser prioridade em uma obra: a vida.

“Mas então como eu consigo manter meus investimentos nos equipamentos de proteção e segurança, mesmo em meio à crise?”

1. Plano de gestão de crises

A primeira coisa que a pandemia nos ensinou foi que sempre precisamos ter um plano B. Algo inesperado pode acontecer e temos que estar preparados para lidar com a situação, sem perder a tração de crescimento de nossos negócios.

Para tanto, é primordial que a empresa tenha posse de um plano consistente para gerir crises, que apresente soluções alternativas às praticadas normalmente.

Além disso, este plano também vai estabelecer métricas que sinalizam que uma crise está se aproximando e, dessa forma, será possível agir preventivamente, sem prejudicar os planos do negócio.

Com isso, não será necessário repensar os investimentos em segurança do trabalho ou será possível encontrar alternativas viáveis que não comprometam a segurança dos trabalhadores nas obras.


Unshplash: Trabalhadores na construção civil
Unshplash: Trabalhadores na construção civil

2. A segurança do trabalhador é um investimento que retorna para a empresa

Você decide economizar, fechar a mão na hora de comprar e alugar os equipamentos necessários para cumprir o que estabelecem as NRs para garantir a segurança no entorno da sua obra e...

Decepção.

Além de não economizar, aumentaram seus gastos, aparecem vários problemas com a justiça do trabalho e atrasos nas entregas.

Sim, é exatamente isso que acontece quando uma obra não conta com a segurança necessária.

Acontecem acidentes, vem as multas, dias de trabalho são perdidos, a comunidade em volta da obra pode ser afetada, colaboradores acidentados precisam ser substituídos, a produtividade vai lá no chão.

Não é isso que nós queremos para a sua obra, né?

3. Faça várias cotações

Seu fornecedor entrou em crise também? Seu fornecedor te deixou na mão ou aumentou muito o valor dos equipamentos?

Faça cotações de valores dos equipamentos em várias empresas e considere o valor para sua obra de alugar x comprar.

O hábito de pesquisar faz você economizar bastante, ganhar poder para negociar os valores e formas de pagamento e, tudo isso, sem perder a qualidade na entrega da segurança.

Você preza pela vida e pela economia.

4. A prevenção é a melhor solução

A melhor forma de evitar acidentes, multas, reposição, dias de trabalho perdidos, atrasos nas obras, custos elevados com segurança do trabalho é a prevenção.

Portanto, é extremamente importante que os seus colaboradores estejam em constante treinamento sobre o uso adequado e instalação dos equipamentos, que você tenha um bom plano de segurança antes de iniciar a construção e que monitore sua equipe no dia-a-dia.

A ilusão de que cortar os investimentos em aquisição de materiais e equipamentos de segurança vai ajudar a diminuir os efeitos da crise em suas obras vai te colocar em uma cilada sem tamanho.

Previna-se, pois essa é a melhor forma de economizar e enfrentar os dias mais difíceis.

“Ah, mas vocês só falam isso porque querem vender mais”

Aí é que você se engana, meu amigo. Nós não seríamos a potência que somos hoje se não nos atentássemos a cada projeto de nossos clientes, se não entregássemos todo nosso know-how de mercado a cada reunião para definir o que é melhor para nossos clientes.



O nosso intuito maior é construir sonhos e proteger vidas.

Para construir sonhos, entendemos que várias vezes você precisará abrir mão de algumas coisas, mais ainda em épocas de crise. Mas você não pode abrir mão das vidas.

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